Me perguntaram qual o sentido da vida. Eu respondi:
O sentido da vida é contemplar as flores, vencer as dores e superar desamores.
Estender a mão ao próximo e não deixar que o desânimo lhe leve ao ócio.
O sentido da vida é trabalhar mesmo sem vontade, seja para o teu sustento, ou caridade. Seja com, ou sem a boa vontade. Simplesmente trabalhar.
O sentido da vida, é ter tudo e ainda assim ter nada. Ter nada, e ainda assim ter tudo. Se tens? Que bom, aprecie e seja feliz. Não tens? Que bom, aprecie seu vazio e busque ser feliz também.
A felicidade é interna. Há quem tenha tudo e só tenha um vazio. E há quem não tenha nada, mas tem preenchimento.
Não delegue tua felicidade à ninguém. Se não és feliz sozinho, como ser com outra pessoa, cheia de problemas e imcomplitudes? Se não suportas a ti mesmo, como suportarás a outrem?
O sentido da vida é saber que, se você estudar muito ou estudar pouco, no fim, morrerá igual.
Se você comer pastel de carne ou pastel de caviar, no fim, morrerá também.
Que sua busca por dinheiro, seja para ajudar ao próximo e ter uma mínima qualidade de vida, mas não para esbanjar ou saciar prazeres supérfluos.
Que a sua busca por conhecimento seja para adquirir sabedoria. E não ostentar diplomas empoeirados.
Não gaste sua vida de forma tão superficial. Pois o poder, é ilusão. Poder é perde-se e perder a vida em busca de algo efêmero e passageiro.
Que o seu maior lema seja ajudar ao próximo e levar bondade às pessoas. Não importam as circunstâncias. Você sempre poderá fazer a diferença onde estiver inserido.
E um detalhe último, mas não menos importante: A vida é curta demais e "Deus" é muito subjetivo para não creres no que quiser.
De tanto não fazer mal a ninguém, fazia mal a si mesmo
Quantos não's você já queria ter dito na vida e se rendeu a um tímido "sim" para não ser visto como alguém ruim ou maldoso?
Quantas amizades você já queria ter cortado da sua vida, pessoas tóxicas e sugadoras de autoestima, mas que você continua respondendo nas redes sociais e aceitando na sua casa?
Quantas coisas você já fez sem vontade, simplesmente para parecer alguém legal e bondoso com as pessoas?
Aprenda: Ser bondoso é diferente de ser bobo!
Ás vezes você quer ser legal com todo mundo e é quem termina no fim, sendo usado e feito " de gato e sapato" por todos. Você se identifica com o texto até aqui? Pois bem, se sim, está na hora de mudar de lado!
Siga seu instinto, fale o que sentir vontade em tudo aquilo que remete á sua pessoa. Você é dono de si e ninguém mais tem direito de opinar sobre o que você faz ou deixou de fazer.
Pare de dizer sim a quem você quer dizer não somente para parecer uma pessoa legal.
Pare de aceitar pessoas que somente estão interessadas no que você tem a oferecer mas não ligam para quem você é.
Pare de fazer coisas para agradar alguém que você quer chamar atenção, mas que na verdade não tá nem aí pra você.
Seja bondoso, mas não seja bobo. Não deixem que destruam a sua autoestima ou que controlem a sua vida.
Com o tempo, você deixará de ser visto como é hoje e passará para o time das pessoas más. Mas relaxe. isto não é ser mau. É apenas se dar o devido valor e saber separar o joio do trigo na vida.
A sua saúde mental agradecerá e a liberdade de ser quem você realmente é florescerá em sua vida. E o melhor: Todos os interesseiros que se aproximam de você para sugar energias ou querer algo em troca, literalmente irão para a puta que pariu!
Quantas amizades você já queria ter cortado da sua vida, pessoas tóxicas e sugadoras de autoestima, mas que você continua respondendo nas redes sociais e aceitando na sua casa?
Quantas coisas você já fez sem vontade, simplesmente para parecer alguém legal e bondoso com as pessoas?
Aprenda: Ser bondoso é diferente de ser bobo!
Ás vezes você quer ser legal com todo mundo e é quem termina no fim, sendo usado e feito " de gato e sapato" por todos. Você se identifica com o texto até aqui? Pois bem, se sim, está na hora de mudar de lado!
Siga seu instinto, fale o que sentir vontade em tudo aquilo que remete á sua pessoa. Você é dono de si e ninguém mais tem direito de opinar sobre o que você faz ou deixou de fazer.
Pare de dizer sim a quem você quer dizer não somente para parecer uma pessoa legal.
Pare de aceitar pessoas que somente estão interessadas no que você tem a oferecer mas não ligam para quem você é.
Pare de fazer coisas para agradar alguém que você quer chamar atenção, mas que na verdade não tá nem aí pra você.
Seja bondoso, mas não seja bobo. Não deixem que destruam a sua autoestima ou que controlem a sua vida.
Com o tempo, você deixará de ser visto como é hoje e passará para o time das pessoas más. Mas relaxe. isto não é ser mau. É apenas se dar o devido valor e saber separar o joio do trigo na vida.
A sua saúde mental agradecerá e a liberdade de ser quem você realmente é florescerá em sua vida. E o melhor: Todos os interesseiros que se aproximam de você para sugar energias ou querer algo em troca, literalmente irão para a puta que pariu!
Presente.
Valoriza agora. Valoriza hoje. O amanhã é incerto.
Por mais que você esteja hoje, cheio de incertezas, não deixe o amor pra depois. As incertezas te acompanharam por toda a jornada. Nada na vida é 100% certeza. Absolutamente nada.
Compreenda que o amor não é temporal, mas sim eterno. Que o valor que você não dá hoje, pode ser o valor que você gostaria de doar num futuro distante. Mas é se esse futuro não chegar? E se ele chegar e as pessoas que você ama não estiverem mais aqui?
Por isso, abrace hoje, beije hoje, diga " Eu te amo " hoje. AME hoje. Por que o amanhã, o amanhã é incerto.
Por mais que você esteja hoje, cheio de incertezas, não deixe o amor pra depois. As incertezas te acompanharam por toda a jornada. Nada na vida é 100% certeza. Absolutamente nada.
Compreenda que o amor não é temporal, mas sim eterno. Que o valor que você não dá hoje, pode ser o valor que você gostaria de doar num futuro distante. Mas é se esse futuro não chegar? E se ele chegar e as pessoas que você ama não estiverem mais aqui?
Por isso, abrace hoje, beije hoje, diga " Eu te amo " hoje. AME hoje. Por que o amanhã, o amanhã é incerto.
A ditadura da Felicidade
Hoje eu acordei cedo. Mesmo num sábado. Não trabalho em fim
de semana, não tinha compromisso nenhum, simplesmente despertei de um pesadelo.
Talvez para um pesadelo pior. O dia de hoje.
O gosto do café que eu amo, mesmo com mais açúcar que o
normal estava amargo. Na geladeira, o pote de margarina já tinha acabado. Ih,
seria um dia e tanto.
Fui às compras na feira e me apaixonei pela moça que me
atendeu. É, eu não estava normal! Não creio em amores platônicos.
Por dentro, parece que meu peito rasgava, e não era sintomas
da paixão. Era agonia mesmo. Dor.
Tenho um bom emprego, ganho bem. Dinheiro sobrando no banco,
mas ele não é capaz de comprar a felicidade. Tampouco algum remédio que cure
essa agonia que ataca no peito.
A mente, a mil. Pensei em meditar pra ver se resolveria.
Ajudou um pouco. Acredito que tenho falhado nesse ponto. Parei de meditar todos
os dias.
Ainda assim, com tudo isso, estou aqui, buscando um dia
melhor.
Ninguém explícita isso nas redes sociais. Pois não gera
compartilhamentos. Não da Ibope. A internet é linda pra postar fotos de comidas
gostosas e momentos felizes. mas quando se chora ou se está comendo apenas
feijão com arroz ninguém posta.
Não há remédio que cure esta dor quando ela chega. Não adianta
encontrar alguém, ir às compras ou se afogar no álcool. O diagnóstico desta dor
é a existência. Você existe. Por isso sofre.
Sofrer faz parte do ser humano. E eu não entendo por que a
sociedade colocou uma pedra sobre o sofrimento, como se necessitássemos
estarmos sorrindo o tempo inteiro. Feliz o tempo inteiro.
Existir dói. Machuca as vezes. Não há nada de errado em ter
um dia ruim ou se sentir desconfortável. A dor de existir é mais comum do que
parece, embora grande parte das pessoas busque anestesiá-la indo às compras,
usando drogas ou se medicando.
Se você quer evoluir como ser humano, e até mesmo
intensificar os poucos momentos felizes que tens, sinta esta dor. Passe por
ela. Não menospreze, nem amenize. Mas se ame. Pois você certamente nasceu
chorando e vai ter esse sentimento de dor o resto da vida. Algumas vezes mais
intensa e em outras mais fraca. E mesmo que você suprima-a, em algum momento,
ela vai te pegar.
E repito: não há nada de errado nisso. Existir tem seu
preço.
Aprenda a viver com frustrações
Para entender melhor o contexto desta citação, sugiro que
leia antes esta AQUI, que servirá de base para um melhor entendimento.
" A libertação do sistema acima descrito começa por um
caminho que, à primeira vista, parece paradoxal. Ela se inicia com a
conscientização de que existem em nós desejos e anseios, aos quais a indústria
de consumo não pode responder. Aos quais, aliás, nenhuma indústria de prazer
conseguirá responder.
Ela continua, depois, com a aceitação perante si-mesmo de
que ter anseios e desejos não satisfeitos é legítimo e normal. Esses desejos
não satisfeitos e as suas subsequentes frustrações fazem parte do ser humano.
Eles constituem o seu modo de ser. A espécie humana conseguiu sobreviver por
ser capaz de suportar frustrações e de continuar a viver apesar delas. Mas,
mesmo que muitos dos seus desejos nunca possam ser satisfeitos, o homem
continua sendo marcado por um profundo anseio pela felicidade. O homem, por
natureza, é um sonhador de algo que o transcende; de algo que vai além de todas
as suas limitações.
Por causa dessa sua tendência rumo ao transcendente, ele,
durante toda a sua vida, permanece num estado de insatisfação. Descobrimos,
assim, o fato paradoxal de que o estado de frustração, por assim dizer, faz
parte do estado natural de cada um de nós.
Se queremos tornar-nos felizes, primeiro, devemos reconhecer
que a felicidade plena não pode ser alcançada. Por causa disso, devemos aceitar
que vivemos frustrados. Devemos aprender a viver com as nossas frustrações. Vou
mais longe ainda: devemos aprender a compreender as nossas frustrações como
algo positivo.
Como algo natural. Como algo que faz parte da nossa condição
de vida.
Ninguém gosta de ser frustrado mas, apesar disso, estaremos
sempre frustrados. Podemos até dizer que ser frustrado é a condição natural do
ser humano, porque nunca em sua vida o homem é capaz de alcançar aquilo que
permanece o seu último anseio: a felicidade plena, a realização ilimitada, uma
vida em plenitude.
Reconhecer tal fato é o caminho através do qual nós nos
libertamos da ditadura da busca constante pelo prazer. É possível viver não
sentindo prazer ininterruptamente. Somos capazes de viver sem prazer!
Essa afirmação, em nada, quer sustentar aquela antiga
ideologia religiosa, conforme a qual o homem deve sofrer e viver privações.
Nada disso! Todo homem deve ser feliz e tem o direito de ser feliz!
Mas, numa sociedade como a nossa, que absolutizou a
ideologia do prazer e do bem-estar, é necessário lembrar que o homem, por outro
lado, também é capaz de suportar uma dose bastante alta de dor e de
frustrações. E, suportando tais situações, ele não quebra. Em vez disso, até
passando por tais experiências negativas, pode crescer como pessoa e como
indivíduo. Estamos, assim, confrontados com a verdade incômoda e paradoxal de
que, suportando dor e passando por frustrações, nós nos tornamos pessoas mais
desenvolvidas e indivíduos mais ricos.
Ampliando essa perspectiva, podemos dizer que de certa maneira precisamos de crises, para tornar-nos pessoas humanas realmente desenvolvidas. Passar por crises faz parte daquilo que é ser humano;
Não querer enfrentar crises conduz a pessoa a uma situação
de perda da sua essência.
Com essa afirmação, estamos na contramão de tudo aquilo que
propaga a ideologia da atual sociedade de consumo e de prazer. Principalmente
por isso é importante que a filosofia conscientize de novo sobre tal fato.
Numa sociedade programada para evitar toda e qualquer dor, numa sociedade educada para buscar prazer a todo preço, devemos de novo recuperar a consciência sobre uma das verdades fundamentais da existência humana: a dor faz parte da vida e, consequentemente, faz também parte da busca de sentido desta vida.
Citação retirada do livro: J.BLANK, Renold, Encontrar
Sentido na Vida - Propóstas Filosóficas, pág 28. Editora Paulus, 1ª edição.
SP,2015
Você pode comprar o livro clicando AQUI.
A felicidade buscada nas coisas materiais
" Grande parte dos mecanismos da atual sociedade pós-moderna não pressupõe como destinatários
pessoas que vivem conscientemente a sua liberdade, achando assim o sentido da sua vida.
Quem achou o sentido da sua vida não está mais frustrado. Quem descobriu o rumo de sua existência
tornou-se feliz. Mas pessoas felizes não podem ser convencidas de que precisam comprar cada vez mais produtos; que necessitam de novas roupas, de novos carros, de televisores maiores, de panelas mais sofisticadas e de papel higiênico perfumado.
No entanto, a propaganda cria exatamente essas necessidades artificiais e promete que a sua satisfação trará felicidade e sentido para a vida.
Pessoas felizes resistem às tentações de um sistema, cujo objetivo único é vender; vender cada vez
mais, para assim garantir o crescimento econômico, para maximizar o lucro e aumentar o fluxo de
dinheiro, de tal maneira que o comprador finalmente até esquece a razão pela qual comprou. A
compra torna-se o fim em si, e cada um que não compra, pode ser chamado de a-social.
Para que esse sistema funcione, os seus integrantes devem ser mantidos num constante estado de
frustração. A esses frustrados, promete-se o alcance da felicidade através do ato da compra. Promete-se a eliminação das frustrações através da posse de cada vez mais produtos. Ao mesmo tempo, porém, o grau da sua frustração é aumentado mostrando a eles, por meio de um sistema sofisticado de propaganda, tudo aquilo que ainda não possuem e que também devem possuir para ser felizes. À medida que nunca se pode comprar tudo aquilo que é oferecido, o grau de frustração aumenta.
Quanto mais frustradas as pessoas se tornam, mais elas compram. Dessa maneira, a ciranda torna-se
infinita, porque uma vez comprado o produto, já se oferece o próximo, melhor e mais sofisticado e,
através da posse dele, promete-se maior felicidade ainda. Assim, as pessoas compram, consomem e
correm atrás do dinheiro necessário para poder comprar mais. E quanto mais correm, tanto mais
frustradas ficam, até que esse círculo vicioso finalmente conduz ao colapso não do sistema, mas da
pessoa."
Citação retirada do livro: J.BLANK, Renold, Encontrar Sentido na Vida - Propóstas Filosóficas, pág 27. Editora Paulus, 1ª edição. SP,2015
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pessoas que vivem conscientemente a sua liberdade, achando assim o sentido da sua vida.
Quem achou o sentido da sua vida não está mais frustrado. Quem descobriu o rumo de sua existência
tornou-se feliz. Mas pessoas felizes não podem ser convencidas de que precisam comprar cada vez mais produtos; que necessitam de novas roupas, de novos carros, de televisores maiores, de panelas mais sofisticadas e de papel higiênico perfumado.
No entanto, a propaganda cria exatamente essas necessidades artificiais e promete que a sua satisfação trará felicidade e sentido para a vida.
Pessoas felizes resistem às tentações de um sistema, cujo objetivo único é vender; vender cada vez
mais, para assim garantir o crescimento econômico, para maximizar o lucro e aumentar o fluxo de
dinheiro, de tal maneira que o comprador finalmente até esquece a razão pela qual comprou. A
compra torna-se o fim em si, e cada um que não compra, pode ser chamado de a-social.
Para que esse sistema funcione, os seus integrantes devem ser mantidos num constante estado de
frustração. A esses frustrados, promete-se o alcance da felicidade através do ato da compra. Promete-se a eliminação das frustrações através da posse de cada vez mais produtos. Ao mesmo tempo, porém, o grau da sua frustração é aumentado mostrando a eles, por meio de um sistema sofisticado de propaganda, tudo aquilo que ainda não possuem e que também devem possuir para ser felizes. À medida que nunca se pode comprar tudo aquilo que é oferecido, o grau de frustração aumenta.
Quanto mais frustradas as pessoas se tornam, mais elas compram. Dessa maneira, a ciranda torna-se
infinita, porque uma vez comprado o produto, já se oferece o próximo, melhor e mais sofisticado e,
através da posse dele, promete-se maior felicidade ainda. Assim, as pessoas compram, consomem e
correm atrás do dinheiro necessário para poder comprar mais. E quanto mais correm, tanto mais
frustradas ficam, até que esse círculo vicioso finalmente conduz ao colapso não do sistema, mas da
pessoa."
Citação retirada do livro: J.BLANK, Renold, Encontrar Sentido na Vida - Propóstas Filosóficas, pág 27. Editora Paulus, 1ª edição. SP,2015
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Se não há sentido na vida, logo, Deus não existe?
Se não há sentido na vida, logo, Deus não existe?
A crença em um Deus não põe em desuso o exercício da razão e nem o exercício da razão deve colocar em desuso o exercício da fé.
Há quem diga: " Não há provas da existência de Deus, a própria ciência já tentou prová-la e nunca encontrou vestígios de um ser superior". Logo, a ciência nem mesmo consegue refutar a existência de um Deus também. Logo, sem provas ou contraprovas, a mesma deve-se manter em uma posição de neutralidade.
Empiricamente falando, de acordo com a evolução da humanidade, acredita-se que Deus foi criado pelo homem. Eu creio o contrário. Deus criou o homem e tudo que o cerca. E eu tenho trunfos que dão sustento a esta teoria, algo que na ciência, não encontrei nenhuma outra teoria que dê sustento a existência ou não de um Deus. Nem mesmo o próprio Big Bang, que nos abre brechas para concluir que, logo, quem formou os elementos que culminaram no Big Bang, foi um Ser Superior.
Você certamente já observou um pôr do sol. A pureza de uma criança e até mesmo o instinto de sobrevivência, seja humano ou animal. É incrível perceber, principalmente no reino animal, que mesmo sendo seres irracionais, trazem consigo enorme instinto de sobrevivência e luta pela vida. Perceba o quanto esse sistema da natureza é tão complexo e perfeito, sem equívocos. Quão incrível é o instinto materno, onde mães protegem seus filhotes como ninguém das intempéries de um reino animal selvagem.
Ás vezes é difícil para o ser humano, somente aceitar que existe algo além do que podemos entender. Pois na cadeia de inteligência, estamos acima de todos os outros animais. Somos os únicos seres pensantes deste planeta, logo, isto nos traz tamanha arrogância para crer em nossa superioridade e dificuldade de nos apequenar diante de um possível Ser Superior que foge de nosso entendimento humano.
Observe e avalie o ecossistema como um todo, onde um animal, desde a mais baixa escala de importância, serve de alimento para outro, que forma toda uma cadeia de alimentação que é sustentada até chegar no seu alimento, a carne que você come, por exemplo. E mais, estamos inseridos num ecossistema que é produtivo, que produz alimento dos quais comemos. Obra do acaso, tantas coisas perfeitas assim?
É claro, perfeito é o universo e o ecossistema, pois nós, humanos, que se achamos tão superiores com a nossa racionalidade, é que tornamos o universo um local imperfeito e com suas dificuldades. Somos nós que questionamos tudo, que buscamos respostas para tudo, buscamos poder exagerado e que com isso, muitas vezes deixamos de compartilhar o amor pelo próximo, construindo relações frágeis que se tornam guerras futuras, destruindo o ecossistema com bombas criadas por seres racionais e dotados de entendimento. Agrotóxicos criados por pessoas de entendimento para gerar mais lucro e consequentemente mais dinheiro à seres dotados de racionalidade. Mas, se for pensar bem, que racionalidade mais absurda é esta? Que racionalidade mais irracional!
Muitos creem em um Ser Superior que as salvará. E faz sentido, em um universo constituído por pessoas que trazem na testa o lema "salve-se quem puder" é natural buscar na figura de um Ser Superior alguém que vá nos salvar de nós mesmos. Da nossa própria arrogância, desunião e falta de amor.
A natureza como um ecossistema é abundante em recursos. Você já viu algum animal passar fome, exceto os cães que são abandonados nos subúrbios pelos seus próprios donos? O campo é rico em alimento. Haveria recursos suficientes para todos se alimentarem bem e saudavelmente. Isto, por si só, já é um sinal da perfeição de um sistema perfeito integrado por seres imperfeitos.
Muitas guerras e a própria ciência fomenta muitas vezes as pessoas a crerem no ateísmo, usando como justificativa a ciência e demais coisas como a fome na África, as guerras, sejam elas civis ou religiosas que destroçam milhares de pessoas, e até mesmo o capitalismo selvagem em que vivemos. Ora, sendo todos estes efeitos, culpa do ser humano, de nós mesmos, por que atribuir tal culpa ao Criador? É tão difícil assim racionalizar e entender, compreender o sistema perfeito em que vivemos, mas que tornamos imperfeito a medida que nossas vidas vão se estendendo? Talvez seja comum do ser humano, sempre encontrar algum culpado pelos seus erros.
Se você leu este texto durante o dia, saiba que embora a energia elétrica ou o computador que dá luz à tela que você lê, se não fosse o sol, você não estaria aí. E que a distância deste sol, é de 149,45 milhões de quilômetros da terra. E que se ele estivesse mais perto, já seria o suficiente para que ele nos matasse com tamanho calor. E que se estivesse mais longe, morreríamos de frio, sem calor o suficiente para as condições da vida. Tal exatidão não dá indícios de uma inteligência suprema?
Pois bem, se você, um ser racional não se convencer da existência de um ser superior depois de ler tudo isto, não há problema. Todos temos o direito ao livre arbítrio e isto é inegável. Nesta vida, todos creem em algo. Não crer em um Deus, já é uma crença. Alguns creem para aliviar o peso de existir. Outros, por que almejam uma vida de eternidade e gozos, sem dor alguma. Outros creem por que assim foram programados a crer assim pelos seus familiares e próximos.
Todos os outros animais não questionam a existência ou não de um Deus, por terem sidos criados sem os dotes da razão, o que os fazem nem mesmo se questionar sobre tal coisa. E nós, seres com um entendimento maior, queremos alçar voos maiores que a nossa própria consciência.
É necessário compreender que, embora supremos aqui neste planeta, ainda nos curvamos frente aos mistérios da existência e do universo que não há entendimento.
A crença em um Deus não põe em desuso o exercício da razão e nem o exercício da razão deve colocar em desuso o exercício da fé.
Há quem diga: " Não há provas da existência de Deus, a própria ciência já tentou prová-la e nunca encontrou vestígios de um ser superior". Logo, a ciência nem mesmo consegue refutar a existência de um Deus também. Logo, sem provas ou contraprovas, a mesma deve-se manter em uma posição de neutralidade.
Empiricamente falando, de acordo com a evolução da humanidade, acredita-se que Deus foi criado pelo homem. Eu creio o contrário. Deus criou o homem e tudo que o cerca. E eu tenho trunfos que dão sustento a esta teoria, algo que na ciência, não encontrei nenhuma outra teoria que dê sustento a existência ou não de um Deus. Nem mesmo o próprio Big Bang, que nos abre brechas para concluir que, logo, quem formou os elementos que culminaram no Big Bang, foi um Ser Superior.
Você certamente já observou um pôr do sol. A pureza de uma criança e até mesmo o instinto de sobrevivência, seja humano ou animal. É incrível perceber, principalmente no reino animal, que mesmo sendo seres irracionais, trazem consigo enorme instinto de sobrevivência e luta pela vida. Perceba o quanto esse sistema da natureza é tão complexo e perfeito, sem equívocos. Quão incrível é o instinto materno, onde mães protegem seus filhotes como ninguém das intempéries de um reino animal selvagem.
Ás vezes é difícil para o ser humano, somente aceitar que existe algo além do que podemos entender. Pois na cadeia de inteligência, estamos acima de todos os outros animais. Somos os únicos seres pensantes deste planeta, logo, isto nos traz tamanha arrogância para crer em nossa superioridade e dificuldade de nos apequenar diante de um possível Ser Superior que foge de nosso entendimento humano.
Observe e avalie o ecossistema como um todo, onde um animal, desde a mais baixa escala de importância, serve de alimento para outro, que forma toda uma cadeia de alimentação que é sustentada até chegar no seu alimento, a carne que você come, por exemplo. E mais, estamos inseridos num ecossistema que é produtivo, que produz alimento dos quais comemos. Obra do acaso, tantas coisas perfeitas assim?
É claro, perfeito é o universo e o ecossistema, pois nós, humanos, que se achamos tão superiores com a nossa racionalidade, é que tornamos o universo um local imperfeito e com suas dificuldades. Somos nós que questionamos tudo, que buscamos respostas para tudo, buscamos poder exagerado e que com isso, muitas vezes deixamos de compartilhar o amor pelo próximo, construindo relações frágeis que se tornam guerras futuras, destruindo o ecossistema com bombas criadas por seres racionais e dotados de entendimento. Agrotóxicos criados por pessoas de entendimento para gerar mais lucro e consequentemente mais dinheiro à seres dotados de racionalidade. Mas, se for pensar bem, que racionalidade mais absurda é esta? Que racionalidade mais irracional!
Muitos creem em um Ser Superior que as salvará. E faz sentido, em um universo constituído por pessoas que trazem na testa o lema "salve-se quem puder" é natural buscar na figura de um Ser Superior alguém que vá nos salvar de nós mesmos. Da nossa própria arrogância, desunião e falta de amor.
A natureza como um ecossistema é abundante em recursos. Você já viu algum animal passar fome, exceto os cães que são abandonados nos subúrbios pelos seus próprios donos? O campo é rico em alimento. Haveria recursos suficientes para todos se alimentarem bem e saudavelmente. Isto, por si só, já é um sinal da perfeição de um sistema perfeito integrado por seres imperfeitos.
Muitas guerras e a própria ciência fomenta muitas vezes as pessoas a crerem no ateísmo, usando como justificativa a ciência e demais coisas como a fome na África, as guerras, sejam elas civis ou religiosas que destroçam milhares de pessoas, e até mesmo o capitalismo selvagem em que vivemos. Ora, sendo todos estes efeitos, culpa do ser humano, de nós mesmos, por que atribuir tal culpa ao Criador? É tão difícil assim racionalizar e entender, compreender o sistema perfeito em que vivemos, mas que tornamos imperfeito a medida que nossas vidas vão se estendendo? Talvez seja comum do ser humano, sempre encontrar algum culpado pelos seus erros.
Se você leu este texto durante o dia, saiba que embora a energia elétrica ou o computador que dá luz à tela que você lê, se não fosse o sol, você não estaria aí. E que a distância deste sol, é de 149,45 milhões de quilômetros da terra. E que se ele estivesse mais perto, já seria o suficiente para que ele nos matasse com tamanho calor. E que se estivesse mais longe, morreríamos de frio, sem calor o suficiente para as condições da vida. Tal exatidão não dá indícios de uma inteligência suprema?
Pois bem, se você, um ser racional não se convencer da existência de um ser superior depois de ler tudo isto, não há problema. Todos temos o direito ao livre arbítrio e isto é inegável. Nesta vida, todos creem em algo. Não crer em um Deus, já é uma crença. Alguns creem para aliviar o peso de existir. Outros, por que almejam uma vida de eternidade e gozos, sem dor alguma. Outros creem por que assim foram programados a crer assim pelos seus familiares e próximos.
Todos os outros animais não questionam a existência ou não de um Deus, por terem sidos criados sem os dotes da razão, o que os fazem nem mesmo se questionar sobre tal coisa. E nós, seres com um entendimento maior, queremos alçar voos maiores que a nossa própria consciência.
É necessário compreender que, embora supremos aqui neste planeta, ainda nos curvamos frente aos mistérios da existência e do universo que não há entendimento.
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Título: Terapia de Guerrilha Autor: Ítalo Marsili Páginas: 315 Editora: Auster Ano: 1ª Edição, 2019 Classificação: 4/5 O livro do j...
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