A maior parte de nossa vida
está na dualidade entre a sede
pelo prazer e o medo do
sofrimento.
Passamos nossos dias correndo
atrás de um e fugindo do outro,
raramente desfrutando do bem
estar de estar contente consigo
mesmo.
Até quando vai ficar lutando
por migalhas de prazer
e sempre tentando prever
o próximo passo para evitar
o sofrimento?
Sei que é difícil, mas a solução
que achei foi aceitar que sou
um ignorante consciente,
ao invés de julgar, observar.
É necessário ter uma completa
aceitação do que é, neste
momento, porque afinal,
não é possível viver nenhum
outro momento se não este.
O AGORA!
A flor, o amor, a posse.
Certa vez encontrei na calçada uma flor com pétalas brancas muito cheirosa. Seguindo a minha vontade de colhê-la e levá-la para casa, assim o fiz. Quem não gostaria de apreciar uma bela flor e ainda por cima sentir a sua fragrância?
Egoísmo! Será que a mesma sobreviveria normalmente fora do seu habitat natural? Mesmo em um pote e sendo regada abundantemente, a mesma murchou suas pétalas e morreu.
Isto poderia passar como um episódio comum da vida, trivial. Mas não. Isto é ensinamento, é iluminação. É um grito do universo dizendo que o amor não é posse, mas sim contemplação.
Perdeu-se o cheiro e beleza da flor ao murcharem suas pétalas, bem como qualquer amor perde a sua fragrância e individualidade quando alguém se torna posse do outro.
O amor é livre, amar é liberdade. Toda posse termina em sufocamento, que murcha e morre. Ame! Contemple, mas não possua!
Egoísmo! Será que a mesma sobreviveria normalmente fora do seu habitat natural? Mesmo em um pote e sendo regada abundantemente, a mesma murchou suas pétalas e morreu.
Isto poderia passar como um episódio comum da vida, trivial. Mas não. Isto é ensinamento, é iluminação. É um grito do universo dizendo que o amor não é posse, mas sim contemplação.
Perdeu-se o cheiro e beleza da flor ao murcharem suas pétalas, bem como qualquer amor perde a sua fragrância e individualidade quando alguém se torna posse do outro.
O amor é livre, amar é liberdade. Toda posse termina em sufocamento, que murcha e morre. Ame! Contemple, mas não possua!
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