Você está aqui agora
Você finalmente chegou. Aqui está você, aqui e agora.
Toda decisão e toda indecisão.
Cada pequeno passo à frente e cada hesitação.
Cada façanha heróica e cada falha,
trouxe você aonde você está agora.
Mas onde você está agora, é onde você realmente gostaria de estar?
Você está feliz, vivendo exatamente como você está?
E para onde você pretende ir daqui pra frente?
Quando estamos insatisfeitos com o local onde estamos, podemos até acusar os dias perdidos de nossa juventude irresponsável.
No entanto, quando estamos insatisfeitos com a direção para onde estamos indo, é impossível eliminar a culpa, porque as ações de hoje, nos levam ao destino de amanhã.
Autenticidade - Você é o que você é?!
A maioria de nós gosta de pessoas calorosas, com os pés no chão, honestas, e gostaríamos de ser assim. E nos sentimos exaustos porque, mesmo sem pensar muito, sabemos que optar pela autenticidade, em uma cultura que dita tudo, desde quanto devemos pesar até como deve ser nossa casa, deve ser uma grande empreitada. Dada a magnitude da tarefa — ser autêntico em uma cultura que determina que você se ajuste e agrade os outros —, decidi usar minha pesquisa para desenvolver uma definição de autenticidade que eu pudesse utilizar como meio de avaliação. Qual é a anatomia da autenticidade? Quais partes se unem para criar uma pessoa autêntica? Veja o que desenvolvi:
“Autenticidade é a prática diária de abandonar quem nós pensamos que devemos ser e assumir quem somos.”Optar pela autenticidade significa:
• cultivar a coragem de sermos imperfeitos, estabelecer limites e nos
permitir ser vulnerável;
• exercer a compaixão que vem de sabermos que todos temos pontos fortes
e fracos;
• alimentar a conexão e o senso de pertencimento que só podem existir quando acreditamos que somos suficientes.
Autenticidade exige que se viva e ame plenamente, mesmo quando é
difícil, quando lutamos contra a vergonha e o medo de não sermos bons o
bastante, e principalmente quando a alegria é tão intensa que temos medo de nos
permitir senti-la.
A prática consciente da autenticidade durante nossas controvérsias mais
íntimas é a forma de trazermos alegria, bondade e gratidão para nossa vida.
BROW, Brené. A Arte da Imperfeição. Ribeiro Preto-SP: Novo Conceito, 2012.
Para saber mais sobre o livro ou adquiri-lo basta clicar AQUI.
O Tempo
Sei que o tempo passa,
nem sempre passa batido
e as vezes passa batendo.
O tempo passa,
é inevitável
quando já me vejo
Não estou mais.
O tempo cura
O tempo sara
Uma mente obscura
ou uma doença rara
O tempo é rei
Decide onde estou
E para onde irei.
Duvidas? Tente a sorte.
Lute contra, enfrente,
Apenas não lamente,
A inevitável morte.
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Qual a paz que eu não quero conservar?
A alegria não brota do chão, como as margaridas e o arco-íris. Ela brota da mente, vem de cima, do superior que todos tem e podem usar.
Conquiste satisfação, alegria e propósito genuíno pelas batalhas que você escolhe lutar - batalhas dignas, que valham a pena -.
E então virá a pergunta que ninguém se faz nunca:
O que você está disposto a sacrificar para ser feliz?
Isto me leva à refletir este trecho da canção da banda O Rappa:
" Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz? " - Ouça a música AQUI.
Conquiste satisfação, alegria e propósito genuíno pelas batalhas que você escolhe lutar - batalhas dignas, que valham a pena -.
E então virá a pergunta que ninguém se faz nunca:
O que você está disposto a sacrificar para ser feliz?
Isto me leva à refletir este trecho da canção da banda O Rappa:
" Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz? " - Ouça a música AQUI.
O que é o Minimalismo?
Não é em vão que o blog carrega o nome "Minimalismo Literário ". Como já dito em nossa descrição o blog traz trechos de livros edificantes, textos autorais e não autorais e poesias. Diria que é um blog voltado para quem gosta do simples ou tem buscado viver uma vida mais leve, mais tranquila, mais simples!
Mas, sem mais delongas, vamos ao que importa. Trago neste artigo minha primeira contribuição sobre o minimalismo, um texto que traduzi de um site que é referência em minimalismo, o "The Minimalists ". Para quem domina bem o inglês vale a pena dar uma passada lá. Mas se inglês não é seu forte, não tem problema. Abaixo, com todo carinho, a tradução do artigo " " What Is Minimalism? " - The Minimalists.
Então, o que é esse minimalismo? É bem simples: para ser minimalista, você precisa viver com menos de 100 coisas, não pode ter um carro, uma casa ou uma televisão, não pode ter uma carreira, precisa morar em lugares exóticos e difíceis de pronunciar. em todo o mundo, você deve começar um blog, não pode ter filhos e deve ser um jovem branco de origem privilegiada.
OK, estamos brincando, obviamente. Mas as pessoas que consideram o minimalismo como uma espécie de modismo geralmente sempre mencionam algumas das “restrições” acima por que eles poderiam nunca ser um minimalista. Minimalismo não é sobre qualquer uma dessas coisas, mas pode ajudá-lo a realizá-las. Se você deseja viver com menos posses materiais, ou não possuir um carro ou uma televisão, ou viajar por todo o mundo, então o minimalismo pode dar uma mãozinha. Mas esse não é o ponto.
Isso não significa que há algo inerentemente errado em possuir bens materiais. O problema de hoje parece ser o significado que atribuímos a nossas coisas: tendemos a dar muito significado aos nossos bens materiais, muitas vezes abandonando nossa saúde, nossos relacionamentos, nossas paixões, nosso crescimento pessoal e nosso desejo de contribuir além de nós mesmos. Quer possuir um carro ou uma casa? Ótimo, tenha isso! Quer criar uma família e ter uma carreira? Se essas coisas são importantes para você, isso é maravilhoso. O minimalismo permite simplesmente que você tome essas decisões de maneira mais consciente, mais deliberada.
Há uma abundância de minimalistas de sucesso que levam vidas diferentes. Nosso amigo Leo Babauta tem uma esposa e seis filhos. Joshua Becker tem uma carreira que ele gosta, uma família que ele ama e uma casa e um carro no subúrbio. Por outro lado, Colin Wright possui 51 coisas e viaja por todo o mundo, e Tammy Strobel e seu marido vivem em uma pequena casa e não usam veículos. Mesmo que cada uma dessas pessoas seja diferente, todas elas compartilham duas coisas em comum: são minimalistas e o minimalismo lhes permitiu buscar vidas orientadas por propósitos.
Mas como essas pessoas podem ser tão diferentes e ainda assim serem minimalistas? Isso nos leva de volta à nossa pergunta original: o que é o minimalismo? Se tivéssemos que resumir em uma única sentença, poderíamos dizer: o minimalismo é uma ferramenta para se livrar do excesso da vida para se concentrar no que realmente é importante, para que você possa encontrar felicidade, realização e liberdade.
Ao incorporar o minimalismo em nossas vidas, finalmente conseguimos encontrar uma felicidade duradoura - e é isso que estamos procurando, não é? Nós todos queremos ser felizes. Minimalistas não buscam a felicidade através dascoisas, mas através da própria vida; Assim, cabe a você determinar o que é necessário e o que é supérfluo em sua vida.
* O texto lido acima NÃO é de minha autoria, é apenas uma tradução, sendo o original em inglês intitulado como "What Is Minimalism?" e podendo ser acessado através deste link: https://www.theminimalists.com/minimalism/
Mas, sem mais delongas, vamos ao que importa. Trago neste artigo minha primeira contribuição sobre o minimalismo, um texto que traduzi de um site que é referência em minimalismo, o "The Minimalists ". Para quem domina bem o inglês vale a pena dar uma passada lá. Mas se inglês não é seu forte, não tem problema. Abaixo, com todo carinho, a tradução do artigo " " What Is Minimalism? " - The Minimalists.
Então, o que é esse minimalismo? É bem simples: para ser minimalista, você precisa viver com menos de 100 coisas, não pode ter um carro, uma casa ou uma televisão, não pode ter uma carreira, precisa morar em lugares exóticos e difíceis de pronunciar. em todo o mundo, você deve começar um blog, não pode ter filhos e deve ser um jovem branco de origem privilegiada.
OK, estamos brincando, obviamente. Mas as pessoas que consideram o minimalismo como uma espécie de modismo geralmente sempre mencionam algumas das “restrições” acima por que eles poderiam nunca ser um minimalista. Minimalismo não é sobre qualquer uma dessas coisas, mas pode ajudá-lo a realizá-las. Se você deseja viver com menos posses materiais, ou não possuir um carro ou uma televisão, ou viajar por todo o mundo, então o minimalismo pode dar uma mãozinha. Mas esse não é o ponto.
Minimalismo é uma ferramenta que pode ajudá-lo a encontrar a liberdade. Liberdade do medo. Liberdade de preocupação. Liberdade de oprimir. Liberdade de culpa. Liberdade da depressão. Liberdade das armadilhas da cultura de consumo que construímos em nossas vidas. Uma liberdade genuína.
Isso não significa que há algo inerentemente errado em possuir bens materiais. O problema de hoje parece ser o significado que atribuímos a nossas coisas: tendemos a dar muito significado aos nossos bens materiais, muitas vezes abandonando nossa saúde, nossos relacionamentos, nossas paixões, nosso crescimento pessoal e nosso desejo de contribuir além de nós mesmos. Quer possuir um carro ou uma casa? Ótimo, tenha isso! Quer criar uma família e ter uma carreira? Se essas coisas são importantes para você, isso é maravilhoso. O minimalismo permite simplesmente que você tome essas decisões de maneira mais consciente, mais deliberada.
Há uma abundância de minimalistas de sucesso que levam vidas diferentes. Nosso amigo Leo Babauta tem uma esposa e seis filhos. Joshua Becker tem uma carreira que ele gosta, uma família que ele ama e uma casa e um carro no subúrbio. Por outro lado, Colin Wright possui 51 coisas e viaja por todo o mundo, e Tammy Strobel e seu marido vivem em uma pequena casa e não usam veículos. Mesmo que cada uma dessas pessoas seja diferente, todas elas compartilham duas coisas em comum: são minimalistas e o minimalismo lhes permitiu buscar vidas orientadas por propósitos.
Mas como essas pessoas podem ser tão diferentes e ainda assim serem minimalistas? Isso nos leva de volta à nossa pergunta original: o que é o minimalismo? Se tivéssemos que resumir em uma única sentença, poderíamos dizer: o minimalismo é uma ferramenta para se livrar do excesso da vida para se concentrar no que realmente é importante, para que você possa encontrar felicidade, realização e liberdade.
O Minimalismo nos ajudou a ...
Eliminar o nosso descontentamento
Aproveitar melhor nosso tempo
Viver o momento presente
Perseguir nossas paixões
Descubrir nossas missões
Experimentar a verdadeira liberdade
Criar mais, consumir menos
Concentrar-se em nossa saúde
Crescer como indivíduos
Contribuir além de nós mesmos
Livrar-nos do excesso de coisas
Descubrir o propósito de nossas vidas
Ao incorporar o minimalismo em nossas vidas, finalmente conseguimos encontrar uma felicidade duradoura - e é isso que estamos procurando, não é? Nós todos queremos ser felizes. Minimalistas não buscam a felicidade através dascoisas, mas através da própria vida; Assim, cabe a você determinar o que é necessário e o que é supérfluo em sua vida.
* O texto lido acima NÃO é de minha autoria, é apenas uma tradução, sendo o original em inglês intitulado como "What Is Minimalism?" e podendo ser acessado através deste link: https://www.theminimalists.com/minimalism/
Evolução
Sei,
que o mundo
Não é raso.
Nada se cria
assim,
Por acaso.
Algo nisso,
deve ter
Pois...
A vida não é
nascer, crescer
viver e morrer.
A imortalidade do conhecimento
À quem assistiu ao filme "Uma Lição de Vida ", (EUROPA FILMES, 2009), por volta de uma hora e 10 de filme, o protagonista sai para a rua da escola onde lecionava como professor assistente para ver o que um bando de homens queria ali fazendo baderna. Eles queriam bater nele. Sem medo de enfrenta-los e com palavras como: " Vão embora, vocês não podem fazer nada. Vão embora!". Isso me faz refletir o quão importante é o conhecimento. Pois, após aprendido, ninguém pode tirar isso de você. Não é como um bem material, tangível que pode ser roubado ou perecer. O conhecimento é eterno! Assim como a imortalidade é retratada por Aristóteles em Fédon: " Matam meu corpo, minha carne. Mas jamais a minha alma." O conhecimento se cruza com a frase de Medgar Evers: " Você pode matar uma pessoa. Mas jamais uma ideia.
Você pode assistir ao filme na Netflix, onde o mesmo se encontra com o nome: " O Aluno ".
Para comprar o livro Fédon, Aristóteles, basta clicar AQUI.
Você pode assistir ao filme na Netflix, onde o mesmo se encontra com o nome: " O Aluno ".
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Morte
Acostuma-te à ideia de que a morte para nós não é nada, visto que todo bem e todo mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência clara de que a morte não significa nada para nós proporciona a fruição da vida efémera, sem querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o desejo de imortalidade.
Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar de viver. É tolo portanto quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera: aquilo que não nos perturba quando presente não deveria afligir-nos enquanto está sendo esperado.
Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos.
— Epicuro, in Carta Sobre a Felicidade (A Meneceu). Editora Unesp, pág. 01.
Obra de Paul-Albert Besnard. —
*Obs:. O texto encontrado acima não é de minha autoria, tendo a sua citação destacada. Caso tenha gostado, podes adquirir o livro na Amazon através deste LINK.
Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar de viver. É tolo portanto quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera: aquilo que não nos perturba quando presente não deveria afligir-nos enquanto está sendo esperado.
Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos.
— Epicuro, in Carta Sobre a Felicidade (A Meneceu). Editora Unesp, pág. 01.
Obra de Paul-Albert Besnard. —
*Obs:. O texto encontrado acima não é de minha autoria, tendo a sua citação destacada. Caso tenha gostado, podes adquirir o livro na Amazon através deste LINK.
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