Alguma vez você já ouviu pessoas dizendo coisas do tipo "um dia vou ser feliz" ou "quando ter minha casa própria eu vou me sentir realizada", ou até mesmo frases ligadas ao outro como "meu sonho é ser feliz no amor, encontrar minha alma gêmea". São frases até mesmo clichês, mas que se encontram no âmago de muitas pessoas. Basta conversar um tempo com elas, para descobrir sonhos que sejam de alguma forma ligados a estas frases.
Nós, como seres humanos, temos uma mente incrível e " 3D ", que nos permite ver as três dimensões de nossa vida: Nosso passado, nosso presente e nosso futuro. Isto é uma capacidade refletiva, que nos permite ver a nossa vida unificada, como um todo e também entender nossa história.
O problema disso, é quando focamos demais a nossa mente no passado ou no futuro. Alguns psicólogos dizem que depressão é o excesso de passado e a ansiedade o excesso do futuro. Nunca vivemos em uma sociedade com tantos problemas relacionados à saúde mental como atualmente. Cada vez mais, mentes inquietas. Eu poderia discorrer aqui sobre as prováveis causas e os efeitos disso. Mas prefiro me ater. Prefiro focar na solução de um problema que já fora criado, afinal, voltar no tempo, não é algo possível.
Ter lembranças do passado e sonhar com um futuro melhor é plenamente possível e até mesmo saudável, desde que isto não se torne um vício, uma obsessão. Precisamos nos conscientizar de que a única realidade que estamos vivendo é esta, o aqui e o agora. Tudo que existe neste momento, enquanto você lê este texto, são estas palavras, seus olhos sob alguma tela e a sua mente raciocinando o que lê.
A vida é bela se apreciarmos cada momento como se fosse único. Até mesmo os dias ruins, pois eles irão acabar e são gostosos também. São eles que contrabalanceiam o peso da felicidade. Já pensou como poderia ser monótono, uma vida feliz todos os dias, sem dificuldades, sem desafio, sem evolução? Se fosse assim, não conheceríamos a tristeza e não valorizaríamos a felicidade. Pois é somente através do gosto da tristeza que valorizamos mais os dias ruins. Compreende?
Não devemos pesar a vida com as coisas que já passaram. Seja o que for, já não existe mais. Existem apenas os fragmentos em sua memória. O futuro? Também não existe. Ele é projetado, mas quem o garantirá? E se quisessemos ser felizes amanhã, mas não acordássemos no dia seguinte? Ou se, estou no trabalho que é chato, e deixasse para ser feliz quando chegasse em casa, mas eu não chegasse em casa?
Um dia que não é vivido, é um dia disperdiçado. Cultive seus momentos, todos, sem exceção. sorria, chore, fique triste, fique alegre. Aceite as nuances da vida. Aceite e viva suas tristezas assim como você aceita e vive seus dias felizes. Tudo é aprendizado, tudo é experiência. Nunca disperdice um dia sequer, pois a vida é única e finita. Seja feliz no aqui e no agora. Pois é tudo que existe neste momento e a sua maior oportunidade de ser feliz é agora. O amanhã, quem garantirá que ele virá?
Sobre o medo e apego
Não há nada a se apegar pelo qual valha matar ou morrer, nem há nada tão fundamental a ser odiado, a ser detestado, nada para querer exterminar.
"Do apego, emana o sofrimento", ensinou Buda. "Do apego, aflora o medo. Para quem se faz inteiramente livre, não há sofrimento nem medo." Todas as tradições espirituais falam dessa liberdade e de libertar as pessoas do sofrimento, a chamada "salvação". Salvar e libertar. Gerar seres livres. Mas a liberdade absoluta tem uma certa responsabilidade para com tudo e todos.
Não ter medo. O maior presente que se pode dar a alguém é o não medo. É do apego que aflora o medo. De fato, muitas vezes nos apegamos a uma determinada situação, a um determinado estado mental, e temos medo de perdê-lo. É o medo do próprio medo.
COEN, Monja, Zen para Distraídos, pág.150. Editora Academia, São Paulo-SP, 2018
Para comprá-lo, clique AQUI.
"Do apego, emana o sofrimento", ensinou Buda. "Do apego, aflora o medo. Para quem se faz inteiramente livre, não há sofrimento nem medo." Todas as tradições espirituais falam dessa liberdade e de libertar as pessoas do sofrimento, a chamada "salvação". Salvar e libertar. Gerar seres livres. Mas a liberdade absoluta tem uma certa responsabilidade para com tudo e todos.
Não ter medo. O maior presente que se pode dar a alguém é o não medo. É do apego que aflora o medo. De fato, muitas vezes nos apegamos a uma determinada situação, a um determinado estado mental, e temos medo de perdê-lo. É o medo do próprio medo.
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As bênçãos da adversidade
Quantas vezes você já ouviu, ou mesmo falou, " não me arrependo de nada e faria tudo outra vez"? Pense nessa frase agora. Pense na sua vida agora.
A prática correta é capaz de trabalhar e transforar o que é prejudicial em algo benéfico. Por isso, não se resmunga, não se reclama do que chega até nós. O que vem até nós tem sua razão de ser. Como lidar com as dificuldades e adversidades? Pode-se lidar como um tolo ou como um ser iluminado. Como você está lidando com as suas adversidades?
E como está lidando com as suas alegrias e felicidades? Será que não está incomodando alguém, "jogando a alegria em cima" dos outros? Até nosso estado de felicidade pode causar desconforto aos outros. Certa vez, no mosteiro japonês no qual Monja Coen estudou, as monjas estavam muito incomodadas com uma noviça que estava sempre muito alegre. Alegre demais para o gosto das colegas. Então, Monja Coen recomendou à moça que guardasse para ela a alegria da prática, pois há pessoas que não compreendem. E o contentamento verdadeiro deveria ser sutil, leve, não exibido.
COEN, Monja, Zen para Distraídos, pág.111. Editora Academia, São Paulo-SP, 2018
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E como está lidando com as suas alegrias e felicidades? Será que não está incomodando alguém, "jogando a alegria em cima" dos outros? Até nosso estado de felicidade pode causar desconforto aos outros. Certa vez, no mosteiro japonês no qual Monja Coen estudou, as monjas estavam muito incomodadas com uma noviça que estava sempre muito alegre. Alegre demais para o gosto das colegas. Então, Monja Coen recomendou à moça que guardasse para ela a alegria da prática, pois há pessoas que não compreendem. E o contentamento verdadeiro deveria ser sutil, leve, não exibido.
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A espiritualidade que importa
Conhecer o seu Deus pode ser um passo importante em sua vida e fazer toda a diferença para você. É normal a nossa ideia de querer encontrar algo ou uma ideia que podemos "tocá-la", tomá-la para nós como a verdade absoluta. O problema, é que toda "verdade absoluta" é subjetiva e pessoal. O que é a verdade para mim, não necessariamente precisa ser a verdade pra você. Desde os primórdios do mundo os seres humanos tem verdades diferentes sobre Deus. E não há nenhum problema nisso, desde que este debate não saia do campo das ideias. Somos seres livres a crermos no que quisermos. Mas isto não quer dizer que podemos ser seres libertinosos ou antiéticos. Talvez, pudéssemos pregar como espiritualidade maior a nossa ética, bom senso e amor para com o próximo, independente da existência da crença de um Deus em nossa vida. Pois, de que adianta eu me denominar cristão, Judeu ou budista, mas apontar o dedo a todos que vejo, ou encontrar alguém necessitado e não estender minha mão?
Que a sua espiritualidade não seja expressada somente em igrejas, templos ou retiros espirituais. Mas que a sua espiritualidade possa ser expressada através da mão que é estendida ao próximo, ao lanche que você possa pagar a um necessitado, no apoio emocional que alguém está precisando e principalmente, através do não julgamento.
Pois se há um Deus, deixe esta tarefa de julgar para Ele. Somos seres de um mesmo patamar e que necessitamos uns dos outros, não somos melhor do que ninguém.
A melhor e mais correta espiritualidade que podemos oferecer ao mundo, é fazer o bem sem olhar a quem. É através do bem que podemos servir ao bem coletivo, ao bem maior e ainda assim exercer uma espiritualidade prática.
Que a sua espiritualidade não seja expressada somente em igrejas, templos ou retiros espirituais. Mas que a sua espiritualidade possa ser expressada através da mão que é estendida ao próximo, ao lanche que você possa pagar a um necessitado, no apoio emocional que alguém está precisando e principalmente, através do não julgamento.
Pois se há um Deus, deixe esta tarefa de julgar para Ele. Somos seres de um mesmo patamar e que necessitamos uns dos outros, não somos melhor do que ninguém.
A melhor e mais correta espiritualidade que podemos oferecer ao mundo, é fazer o bem sem olhar a quem. É através do bem que podemos servir ao bem coletivo, ao bem maior e ainda assim exercer uma espiritualidade prática.
A caminhada espiritual
Houve um momento em sua vida que você era pequenino e necessitava da ajuda dos seus pais para muitas coisas. Dentre elas, uma das mais marcantes para os seus pais, foi quando você queria caminhar. No início era difícil, você caía. Seus pais precisavam treinar você para que pudesse dar seus passos com maior autonomia. Você pode não lembrar hoje, mas se perguntar a eles o que acontecia quando você soltava a mão deles eles te responderão: Você dava uns passos meio tortos e caía!
Com o tempo e alguns tombos, você aprendeu e hoje caminha tranquilamente sem a ajuda de ninguém. Isso, na sua vida secular. Mas na vida real, não caminhamos sem estarmos seguros na mão de alguém maior, nas mãos de Deus.
Somos pecadores, e, mesmo que embora Jesus disesse para que fôssemos como as criancinhas em Mateus 18:3, muitas vezes queremos ser como gente grande. Autônomos que não precisam de nada, nem ninguém. É através deste ato, que caminhamos uns passos a frente e caímos. Quando resolvemos soltar das mãos de Deus.
Diferente de quando éramos crianças, onde essa fase do aprendizado a caminhar passou rápido e nem sequer nos lembramos, em nosso relacionamento com Deus, nunca devemos soltar de suas mãos. É ele quem nos guia e nos conduz pelos melhores caminhos para o nosso aprendizado e enriquecimento espiritual. Experimente soltar das mãos deles e você irá parar no chão.
Que esta mensagem possa tocar você, meu irmão, que se sente caído ou que ninguém se importa com você. Ou se tudo está dando errado na sua vida e parece que nada prospera para você.
Experimente devolver as suas mãos às mãos do seu Pai e veja a transformação. Deixe Deus te guiar. Caminhe com Ele e perceba a mudança na sua vida.
Você pode talvez desistir de querer caminhar e preferir ficar no chão. Mas Deus está com as mãos estendidas esperando você estender as suas. Seja como uma criancinha, mas não teime. Estenda as mãos! Faça uma oração e sinta as mãos de Jesus segurando as suas!
Com o tempo e alguns tombos, você aprendeu e hoje caminha tranquilamente sem a ajuda de ninguém. Isso, na sua vida secular. Mas na vida real, não caminhamos sem estarmos seguros na mão de alguém maior, nas mãos de Deus.
Somos pecadores, e, mesmo que embora Jesus disesse para que fôssemos como as criancinhas em Mateus 18:3, muitas vezes queremos ser como gente grande. Autônomos que não precisam de nada, nem ninguém. É através deste ato, que caminhamos uns passos a frente e caímos. Quando resolvemos soltar das mãos de Deus.
Diferente de quando éramos crianças, onde essa fase do aprendizado a caminhar passou rápido e nem sequer nos lembramos, em nosso relacionamento com Deus, nunca devemos soltar de suas mãos. É ele quem nos guia e nos conduz pelos melhores caminhos para o nosso aprendizado e enriquecimento espiritual. Experimente soltar das mãos deles e você irá parar no chão.
Que esta mensagem possa tocar você, meu irmão, que se sente caído ou que ninguém se importa com você. Ou se tudo está dando errado na sua vida e parece que nada prospera para você.
Experimente devolver as suas mãos às mãos do seu Pai e veja a transformação. Deixe Deus te guiar. Caminhe com Ele e perceba a mudança na sua vida.
Você pode talvez desistir de querer caminhar e preferir ficar no chão. Mas Deus está com as mãos estendidas esperando você estender as suas. Seja como uma criancinha, mas não teime. Estenda as mãos! Faça uma oração e sinta as mãos de Jesus segurando as suas!
A vida só vai amar você quando você amar ela

Viver a vida é uma linha de mão dupla. Viver é um constante dar e receber. Seja o amor que alguns doam ou o ódio que outros espalham.
Há quem diga que a vida seja dura, sofrida e difícil. Tem quem se aproprie da frase bíblica "Do suor do teu rosto comerá teu pão" e levanta o discurso de que "viver é sofrer". Para mim, isto é quase uma espécie de niilismo.
Se tem uma coisa que os dias ruins me ensinaram, é que a vida só ama você quando você ama ela. Eu nunca aprendi nada e raramente fui feliz, naqueles dias que estava cabisbaixo e só queria ficar em casa, deitado de baixo das cobertas assistindo qualquer coisa. Quase que como, querendo fazer tudo, menos existir ou amar minha existência.
Nossa estadia neste planeta é curta. Pode não parecer hoje, mas acredite, vai passar rápido. E você tem vivido tudo que gostaria e, da forma que gostaria? E não vale jogar a sua resposta na conta da culpa dos outros! Pois somos seres individuais e, embora vivamos em constante socialização, a nossa felicidade é de responsabilidade somente nossa. Você não precisa necessariamente de alguém para ser feliz, embora duas pessoas felizes juntas multiplicam esta felicidade.
A vida é bela para quem tem olhos de amor. A dor de existir quase que nos obriga a constantemente se emocionar com as pequenas coisas, contemplar as flores, o campo, os bichinhos. Estes são os meios que temos para tornar nossa existência mais leve - embora alguns se afogam no materialismo, que eu chamaria de "copo se fundo".
Quando você começa a espalhar amor, a desejar o bem das pessoas, seja com atitudes ou uma pequena oração para elas, você está dando um sentido maior a sua vida e amando a própria vida. Mesmo que talvez você não seja retribuído, não há problema. Uma coisa só é dada verdadeiramente, quando se a dá sem esperar nada de volta. Do contrário, é apenas uma troca.
Espalhe amor sem esperar retorno. Faça o bem sem esperar por um "obrigado". Pratique o puro altruísmo. Só assim é verdadeiramente possível se libertar para a felicidade. É só fazendo o bem e vivendo intensamente tudo aquilo que só depende de você, que você passa a amar a vida e a ser feliz, mesmo que esta felicidade não seja contínua, mas sim, marcada divididamente entre tristeza e felicidade.
Em resumo, somente quando você amar a vida, ela te amará de volta. Viver existe sair da zona de conforto. Dê o primeiro passo. Espalhe o bem, espalhe o seu amor. Acredite, a vida retribuirá, mas lembre-se, não espere por isso. Pois as expectativas só geram ansiedade.
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