Não há nada a se apegar pelo qual valha matar ou morrer, nem há nada tão fundamental a ser odiado, a ser detestado, nada para querer exterminar.
"Do apego, emana o sofrimento", ensinou Buda. "Do apego, aflora o medo. Para quem se faz inteiramente livre, não há sofrimento nem medo." Todas as tradições espirituais falam dessa liberdade e de libertar as pessoas do sofrimento, a chamada "salvação". Salvar e libertar. Gerar seres livres. Mas a liberdade absoluta tem uma certa responsabilidade para com tudo e todos.
Não ter medo. O maior presente que se pode dar a alguém é o não medo. É do apego que aflora o medo. De fato, muitas vezes nos apegamos a uma determinada situação, a um determinado estado mental, e temos medo de perdê-lo. É o medo do próprio medo.
COEN, Monja, Zen para Distraídos, pág.150. Editora Academia, São Paulo-SP, 2018
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