A maioria de nós gosta de pessoas calorosas, com os pés no chão, honestas, e gostaríamos de ser assim. E nos sentimos exaustos porque, mesmo sem pensar muito, sabemos que optar pela autenticidade, em uma cultura que dita tudo, desde quanto devemos pesar até como deve ser nossa casa, deve ser uma grande empreitada. Dada a magnitude da tarefa — ser autêntico em uma cultura que determina que você se ajuste e agrade os outros —, decidi usar minha pesquisa para desenvolver uma definição de autenticidade que eu pudesse utilizar como meio de avaliação. Qual é a anatomia da autenticidade? Quais partes se unem para criar uma pessoa autêntica? Veja o que desenvolvi:
“Autenticidade é a prática diária de abandonar quem nós pensamos que devemos ser e assumir quem somos.”Optar pela autenticidade significa:
• cultivar a coragem de sermos imperfeitos, estabelecer limites e nos
permitir ser vulnerável;
• exercer a compaixão que vem de sabermos que todos temos pontos fortes
e fracos;
• alimentar a conexão e o senso de pertencimento que só podem existir quando acreditamos que somos suficientes.
Autenticidade exige que se viva e ame plenamente, mesmo quando é
difícil, quando lutamos contra a vergonha e o medo de não sermos bons o
bastante, e principalmente quando a alegria é tão intensa que temos medo de nos
permitir senti-la.
A prática consciente da autenticidade durante nossas controvérsias mais
íntimas é a forma de trazermos alegria, bondade e gratidão para nossa vida.
BROW, Brené. A Arte da Imperfeição. Ribeiro Preto-SP: Novo Conceito, 2012.
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